...A
garota corada, quase a Moranguinho que eu tinha quando era criança. A garotinha
beija e abraça e gosta e ouve todo mundo. Olha a fulana. Olha o cara. Pessoas. E
quando ela vem fico nessa certeza, até um pouco doída, de que não existe nenhuma
outra mais verdadeira. E que todo o resto, todo o enorme resto, é só para
guardá-la intacta em algum lugar onde as janelas são anti tudo.
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